Eucalipto

 

Descrição de alguns matérias que trabalhamos:

Eucalipto Citriodora

 

O Eucalipto Citriodora é uma espécie nativa da Austrália cuja madeira é altamente resistente ao apodrecimento, fácil de furar, lixar, aplainar e dar acabamento, características que somadas favorecem seu uso em serrarias e na confecção de móveis. Porém é o óleo, extraído das folhas, seu principal atrativo. Muito cheiroso, o óleo de Eucalipto Citriodora é largamente utilizado em saunas, na fabricação de desinfetantes e como aromatizante de bebidas e balas. A principal atividade é bactericida, adstringente, antisséptico, infecções por fungo, repelente de insetos, infecções de pele por bactérias, dores, ferimentos, asma, dor de garganta, febre, catapora, sarampo, tônico geral, reumatismo, etc.

 

 

 

Eucalipto GG100

 

O Eucalipto da variedade UROGRANDS, linhagem GG 100 da Gerdau, que e um cruzamento das variedades UROFILA X GRANDS, é usado principalmente para a produção de carvão produzido, seu uso e mais voltado a uma utilização mais rápida da madeira.

 

Exige um solo mais de cultura, onde é chamado “terra de cultura”.
CORTE COM 4,5 A 5 ANOS, RENDIMENTO DE MADEIRA 380 a 400 m²/há.

 

Acácia Mangium

 

A Acácia mangium é uma nova árvore de alta capacidade de crescimento (6,2 m/ano) que produz madeira de grande valor comercial. Na Ásia, ela vem sendo empregada em substituição a teca (Tectona grandis), com grande vantagem e maior lucratividade. Um hectare de floresta desta espécie tem dado retorno financeiro superiores a maiorias das espécies de eucalipto, graças ao seu multiuso e multiprodutos oferecidos tais como o tanino extraído da casca, o mel das folhas e flores, a própolis, a cera, a geleia real, a forragem animal das folhas (41% de proteína), sistema agrosilvopastoril e outros benefícios ambientais.

Extensivamente cultivada na Indonésia, Tailândia, Malásia, Filipinas, Índia e Vietnam, onde atualmente existe mais de 3,5 milhões de hectares plantadas, graças a sua rusticidade, facilidade de estabelecimento, boa adaptabilidade e qualidade de madeira, elevada capacidade de desenvolver em solos pobres e degradados. A qualidade de sua madeira foi considerada superior a da nogueira preta (principal madeira usada para móveis nos EUA).

Principais usos:

Sua madeira presta-se aos mais variados usos nas indústrias de base florestal, tais como biomassa para energia, móveis, tábuas, moirões, portas, caixotarias, carvão, MDF, madeira-cimento, aglomerados, laminados, adornos, lenha, tábua de fibra de madeira e cimento (WWCB), OSB, celulose e papel, construção de casas e desdobramento em serraria.

 

Cedro Australiano

O Cedro-australiano (Toona ciliata)  pertence à família Meliaceae, tem sua origem na Austrália, Índia, Miamar, Malásia e Indonésia sendo, portanto, uma espécie exótica no Brasil, encontrando condições favoráveis para o seu desenvolvimento na região Sudeste.

A espécie Toona ciliata cresce em áreas com precipitação anual entre 800 e 1.800 mm com 2 a 6 meses de seca, apresentando bom crescimento em regiões de 100 a 1.500 m de altitude. Quanto à temperatura, a espécie sobrevive sob temperaturas mínimas absolutas pouco abaixo de 0ºC. A espécie não suporta solos argilosos compactados e nem solos arenosos pobres, necessitando de solos com boa drenagem, profundos e eutróficos.

Utilização da madeira:

O Cedro-australiano (Toona ciliata) é cultivado com o objetivo de fornecer madeira de qualidade para serrarias e indústrias moveleiras. Podendo ser utilizada para fabricação de compensados, aglomerado, móveis, esculturas, entalhes em portas e janelas, na construção de navios e aviões, fabricação de lápis, instrumentos musicais.

A madeira de cedro é marrom-avermelhada, de boa durabilidade, fácil secagem e desdobro. É macia e de textura grossa, com densidade aproximada de 0,33 a 0,60g/cm³.

 

Paricá

A espécie Shizolobium amazonicum (paricá) por apresentar rápido crescimento, fuste reto e madeira com elevada cotação no mercado interno e externo, vem sendo bastante cultivada pelas empresas madeireiras da região norte e nordeste do país, principalmente nos Estados do Pará e Maranhão. Segundo o Centro de Pesquisa do Paricá (CPP) localizado no município de Dom Eliseu, no sul do Pará, que representa a grande maioria dos plantadores de paricá dos Estados do Pará e Maranhão, estima-se que, nestes Estados, existe em torno de 40.000 hectares da espécie plantados.

Utilização da madeira:

A madeira é mole, leve, com textura grossa, grã direita a irregular, cerne creme-avermelhado e alburno creme claro. Apresenta processamento fácil e recebe bom acabamento, mas possui baixa durabilidade natural, sendo suscetível ao ataque de fungos, cupins e insetos xilófagos. É empregada na fabricação de palitos de fósforo, saltos de calçados, brinquedos, maquetes, embalagens leves, canoas, forros, miolo de painéis e portas, formas de concreto, laminados, compensados, celulose e papel.

A árvore é indicada para plantios comerciais, sistemas agroflorestais e reflorestamento de áreas degradadas, devido ao seu rápido crescimento e ao bom desempenho tanto em formações homogêneas quanto em consórcios. Por sua arquitetura e floração vistosa, pode ser empregada em arborização de praças e jardins amplos. A casca pode servir para curtume e as folhas são usadas como febrífugo por algumas etnias indígenas.

 

Mogno Africano – Khaya senegalensis

O mogno africano é da mesma família do mogno brasileiro, da andirobeira, do cedro, da família meliaceae, porém de gêneros diferentes, com o nome de mogno africano.

Além de crescer mais rápido, o mogno africano no Brasil não sofre com a broca das ponteiras, uma mariposa que ataca o mogno brasileiro e que, até hoje, torna inviável o seu cultivo comercial.

A madeira do mogno africano é semelhante à do brasileiro e por vir de fora, sua exploração não sofre restrição legal.

“A madeira tem uma coloração castanho-avermelhada, mais tendendo a avermelhada, e aí ela vai se parecer muito com o mogno nativo. Uma outra característica interessante é que ela tem uma densidade muito boa pra fabricação de móveis.

Khaya senegalensis ocorre em bosques de savana, frequentemente em locais úmidos e ao longo de cursos d´aguas, em áreas com precipitação anual entre 650 a 1800 mm e onde a estação seca dure de 4 a 7 meses. Ocorre em até 1800 m de altitude.

Utilização da madeira:

Madeira: Carpintaria, fabricação de moveis, industria naval, construção civil e etc.

 


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